
A conversa é com você
Antes de qualquer sessão, eu escuto a mãe ou o pai: o que vocês observam, há quanto tempo, o que já tentaram. É aqui que a gente decide, junto, como fazer o convite a ele — e esse cuidado costuma mudar a resposta que ele daria.
Acompanhamento terapêutico para adolescentes a partir dos 13 anos
Costa Rica e Chapadão do Sul/MS · Online para todo o Brasil
E não é má vontade. Muitas vezes ele também não sabe explicar — só sente que tem alguma coisa pesada por dentro e ainda não encontrou palavra para aquilo.
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E que termina sempre do mesmo jeito.
O queEla chega disfarçada de outra coisa. É fácil confundir com "coisa da idade" — às vezes é mesmo, às vezes não é.
Explode com uma pergunta simples, bate a porta, e depois nem sabe dizer o que foi aquilo.
Demora horas para dormir, ou dorme e acorda do mesmo jeito: cansado, sem vontade de levantar.
A escola começa a pesar, a concentração some — e por fora nada mudou.
Deixa de sair, recusa os amigos, fica no quarto. O mundo vai ficando do tamanho de uma porta fechada.
À esquerda, o que a família vê. À direita, o que costuma estar por baixo.
A ansiedade é o que aparece. Quase nunca é o que começou.
Atrás dela costumam existir medos, inseguranças e experiências que doeram — e sobre as quais ninguém chegou a perguntar. No meu acompanhamento com adolescentes, eu não trabalho o sintoma isolado: a gente vai até o que está por baixo.
Chama-se kintsugi. Em vez de esconder a rachadura, o artesão preenche cada fenda com ouro — e a peça não volta a ser a que era: passa a valer mais, e justamente pelo lugar onde se partiu. É assim que eu enxergo o adolescente que chega até aqui. O objetivo nunca é apagar o que ele viveu; é fazer com que isso deixe de defini-lo.
Três momentos, nesta ordem. O primeiro não é com ele.

Antes de qualquer sessão, eu escuto a mãe ou o pai: o que vocês observam, há quanto tempo, o que já tentaram. É aqui que a gente decide, junto, como fazer o convite a ele — e esse cuidado costuma mudar a resposta que ele daria.

Alguém de fora, sem julgamento e sem o medo de magoar quem ele ama. É exatamente isso que faz um adolescente começar a falar — e a gente começa dando nome ao que ele sente.

O que ele leva daqui são recursos próprios — para as emoções, para os relacionamentos e para os desafios que ainda vêm. Nada disso apaga a história dele; serve para que ela não o defina.
Em Costa Rica/MS, na R. Rui Barbosa, 53 — e também em Chapadão do Sul.



Imagens publicadas com autorização dos responsáveis.
Sou Ketherynne Freitas, terapeuta integrativa em Costa Rica, no interior de Mato Grosso do Sul. Trabalho com terapia integrativa, bioalinhamento e Nova Medicina Germânica — e o que me interessa, em qualquer idade, é a raiz do que o corpo está tentando dizer.
Com adolescentes, o cuidado é redobrado: a confiança vem antes do método, e a família caminha junto, orientada em separado.
Quase sempre nesta ordem — e a primeira é a mais comum de todas.
Importante. Este acompanhamento complementa o cuidado médico e psicológico — nunca substitui. Diante de sinais de sofrimento intenso ou de risco, procure ajuda imediata: CVV, 188, 24 horas por dia, gratuito, em todo o Brasil.
E chega mais leve quando chega cedo. A primeira conversa é com você — em Costa Rica/MS, em Chapadão do Sul ou online, no seu tempo.
Falar comigo no WhatsApp ou ligue: (67) 99933-7040